Fotógrafo carioca formado no fotojornalismo, Walter Firmo faz parte da historia da fotografia brasileira. Estreou no jornal “Última Hora” em 1957 e desde então esteve nos mais importantes veículos de imprensa escrita brasileira: “Jornal do Brasil”, revistas “Realidade”, “Manchete”, “Veja” e “Istoé”. Em 1986 fundou e dirigiu o Instituto Nacional de Fotografia da FUNARTE e desde 1992 distribui seu conhecimento fotográfico em cursos por todo o país.
Expõe suas fotos nos principais centros culturais do país e do exterior e recebeu diversos prêmios e homenagens, como o Prêmio Esso de Jornalismo pela reportagem “Cem dias na Amazônia de ninguém”, uma série de cinco reportagens (texto e fotos) publicadas no Jornal do Brasil em 1963, o Golfinho de Ouro, concedido pelo governo do Estado do Rio de Janeiro em 1985 e nove vezes o Prêmio Internacional de Fotografia Nikon,. A qualidade de seu trabalho pode ser notada nos livros: “Walter Firmo. Antologia Fotográfica”, “Paris parada sobre imagens” e “Rio de Janeiro cores e sentimentos”, além de diversas participações em livros de fotografia e exposições coletivas. Recebe o reconhecimento internacional quando citado no verbete “fotografia” da Enciclopédia Britânica, em 1971.
Seu acervo cobre fatos relacionados a uma temática social e bem brasileira, registrando nosso folclore, nossa cultura e personagens típicos, de norte a sul do país, além de célebres figuras da cultura brasileira.
Walter Firmo não pára. Aos 65 anos de idade, mostra toda a sua garra juvenil e empolgação pelo prazer de fotografar, enfrentando grandes desafios e cansativas viagens em busca de fotos únicas, de uma expressão artística peculiar e fazendo poesia das imagens que vê.
“Creio que a verdadeira função de uma fotografia é sobre tudo educar, levando ao espectador sempre algo de novo: o ato de ver uma fotografia será sempre um ato de conhecimento” W. F